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Aṣṭāvakra Gītā

"Aṣṭāvakra Gītā", tradução completa em espanhol de uma obra Advaita Vedānta que esclarece o modo de atingir o Ātman. O Aṣṭāvakra Gītā, ou “Cântico de Aṣṭāvakra”, também chamado Aṣṭāvakra Saṃhitā (compilação de Aṣṭāvakra), é um texto que apresenta um diálogo filosófico entre o jovem mestre Aṣṭāvakra e o rei Janaka de Mithila.

Esse texto trata sobre o Eu supremo (Ātman) e sobre o modo de vivenciá-lo. É um texto de grande importância dentro da doutrina Advaita Vedānta (escola filosófica não dualista), mas também muito importante para a compreensão da base espiritual do Yoga, considerado como uma união com o Absoluto. Não é um texto devocional e o leitor não deve esperar encontrar muita semelhança entre ele e o Bhagavad Gītā. O Aṣṭāvakra Gītā enfatiza a irrealidade do mundo externo e a realidade única do Absoluto, que é o Eu interno. Não menciona deveres nem moralidade, apresentando um único objetivo: a libertação.

Não se conhece o autor nem a data em que esse texto foi escrito. Costuma-se considerar que ele é do século V antes da era cristã. 

O Estudo da Religião da Grande Deusa nas Escrituras Indianas e o Canto I do Devī Gītā

Esta é uma apresentação da dissertação de Mestrado de Flávia Bianchini (apenas a parte inicial e Introdução). Esta dissertação tem como objeto de estudo a religião da Grande Deusa nas escrituras indianas e, especialmente, no Canto I do Devī Gītā. Tal religião, que faz parte do Hinduísmo, se manifesta por meio do movimento devocional denominado Śāktismo, cujas raízes se encontram na antiga tradição do Veda, mas que só se constituiu como um movimento independente, embasado em concepções próprias, no período medieval indiano. Este estudo apresenta um vasto panorama do desenvolvimento do Śāktismo, desde o período vêdico até o período medieval tântrico indiano, apresentando informações sobre as divindades femininas e sobre outros temas fundamentais para a compreensão da religião da Grande Deusa. A dissertação culmina com a tradução e comentário do Canto I do Devī Gītā, obra que pertence ao Devī Bhāgavata Purāṇa. Esta escritura é reconhecida como uma fonte importante no reconhecimento do Śāktismo enquanto culto independente e como a obra mais antiga conhecida na qual a Deusa indiana é apresentada como divindade suprema, como Realidade Última e fonte de toda a criação. 

Guru Gītā - O cântico do mestre supremo

Guru Gītā (O Cântico do Mestre Supremo) - tradução completa para o espanhol de um texto extraído do Skanda Purāṇa que  descreve o Guru como o caminho divino para o Absoluto.

Apresentamos aqui um importante texto, o Guru Gītā, que é parte do Skanda Purāṇa, atribuído ao sábio Vyasa. Esta obra apresenta de uma forma clara e marcante o significado mais profundo do mestre supremo, o Guru que pode ser identificado a Brahman e ao Ātman (o Eu supremo). Somente esse mestre pode realmente transmitir a sabedoria, que está além das palavras. O mestre humano só é realmente um Guru se ele próprio se identificou a Brahman e ao Ātman, se ele próprio atingiu a conexão direta com o Absoluto. O discípulo pode e deve mostrar todo respeito por seu mestre, tratá-lo como se fosse um ser divino – mas isso apenas se ele realmente for um Guru, neste sentido – se ele for uma encarnação divina. O Guru Gītā é apresentado sob a forma de um diálogo entre Śiva e Parvatī. 

Uttara Gītā

Uttara Gītā ("O cântico final"), traduzido para o espanhol por Federico Climent Terrer a partir de uma tradução inglesa de D. K. Laheri. É um importante texto sobre Yoga e sobre o modo de superar o ciclo de renascimentos.

Sabe-se que o Uttara-Gītā é um texto antigo, pois foi comentado por Gaudapada (um autor anterior a Śankara). O seu título significa "Cântico final", ou "Cântico posterior". A tradição informa que são ensinamentos dados por Kṛṣṇa a Ārjūna bem depois da batalha de Kurukśetra, quando Ārjūna se tornou durante algum tempo prisioneiro do mundo material. 

Avadhūta Gītā - O cântico daquele que foi varrido para longe

Avadhūta Gītā (O cântico daquele que foi varrido para longe) - tradução para o espanhol de um texto atribuído a Dattātreya, que descreve o renunciante (saṃnyāsi) que atingiu um estado que ultrapassa as limitações do ego.

Apresentamos aos nossos leitores uma tradução para o espanhol do Avadhūta Gītā, atribuído a Dattātreya. É um texto que descreve o estado do renunciante (saṃnyāsi) que atingiu um estado que ultrapassa as limitações do ego. "Avadhūta" é uma palavra sânscrita que se refere a um místico ou renunciante (saṃnyāsi) que ultrapassou a consciência egóica, a dualidade e as preocupações mundanas comuns, e que age de forma livre, sem se preocupar com as normas sociais. Ele está além das distinções usuais, entre os caminhos da mão direita (dakṣiṇamārga) e da mão esquerda (vāmācāra), na tradição tântrica. Ele já não precisa obedecer a regras e rituais, embora possa continuar a segui-los. 

Ribhu Gītā - ṛbhugītā - o cântico de Ribhu

Ṛbhugītā - o cântico de Ṛbhu, um capítulo do Śiva Rahasya Purāṇa. Tradução completa para o espanhol de um texto espiritual indiano, contendo as instruções de Śiva a Ṛbhu.

Apresentamos aqui uma tradução completa, para o espanhol, da obra Ṛbhu Gītā, ou “Cântico de Ṛbhu”. O Ṛbhu Gītā é a sexta parte (aṃśa) da obra sânscrita conhecida como Śiva Rahasya, na qual Śiva instrui seu devoto Ṛbhu. Apresenta instruções espirituais sobre a essência do ser humano e sobre o modo de atingir a compreensão espiritual suprema. É uma obra bastante extensa, com aproximadamente 2.200 estrofes. Ela possui também uma versão em Tamil. O sábio indiano Ramana Maharshi costumava citar o Ṛbhu Gītā como uma excelente obra sobre a realização espiritual, e como um meio de atingir a compreensão do Eu supremo (ātman). 

Devī Gītā - Cântico da Deusa

É uma obra que descreve a Grande Deusa Indiana, com aspectos devocionais e filosóficos.

"Devī Gītā" significa "Cântico da Deusa". É um texto constituído pelos dez últimos capítulos da sétima parte (Skandha) do Devī Bhāgavata Purāṇa, escrito no século XI d.C. É uma obra que descreve a Grande Deusa indiana, incluindo aspectos devocionais e filosóficos. A maior ênfase do Devī Gītā é, no entanto, devocional, enfatizando sempre a necessidade do amor pela Deusa, no caminho de desenvolvimento espiritual de homens e mulheres.

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