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EU SOU
Flávia Bianchini
Satyananda Svarupini (Flávia). Sou Instrutora de Kundalini Yoga e Artista Plástica. Coordeno o espaço Shri Yoga Devi onde ministro aulas de Yoga. Veja o site: www.shri-yoga-devi.org

Maha Devi
"Do meu Poder tudo brota,
Por meu Poder tudo se sustenta,
Por meu Poder tudo se dissolve.
Eu sou este Brahman sem dualidades."
Kaivalya Upanisad

Novo livro:

"Uma luz sobre o Hatha Yoga: tradução comentada da Hatha Yoga Pradipika" 
por Roberto de A. Martins

Este livro, de Roberto Martins (Shivananda Yaksha) contém o texto em sânscrito e uma tradução comentada detalhada (com 200 páginas) do texto da "Haṭha Yoga Pradīpikā" de Svatmarama (provavelmente do século XV d.C.), que é uma das mais importantes fontes para o estudo do Haṭha-Yoga indiano tradicional. A tradução é ilustrada com desenhos indianos do século XIX, mostrando as diversas práticas descritas.

Uma introdução, com 300 páginas, apresenta o desenvolvimento histórico do Haṭha-Yoga indiano medieval, esclarece os conceitos principais e as técnicas utilizadas nesse ramo de Yoga.

Trata-se de uma das análises mais completas já publicadas, em todo o mundo, sobre a "Haṭha Yoga Pradīpikā" de Svatmarama.

Uma luz sobre o Hatha Yoga: tradução comentada da Hatha-Yoga-Pradipika, por Roberto de A. Martins

Esta obra coloca à disposição dos leitores de língua portuguesa, pela primeira vez, um estudo detalhado e profundo sobre a tradição indiana do Hatha-Yoga, desenvolvida a partir do século XI d.C.

Referência bibliográfica:
MARTINS, Roberto de A. Uma luz sobre o Haṭha-Yoga. Tradução comentada da Haṭha-Yoga-Pradīpikā. São Paulo: Shri Yoga Devi, 2014. 510 págs. ISBN 978-85-904198-4-6

O Hatha-Yoga tradicional foi criado como um método de transformação espiritual, como todos os outros tipos de Yoga. Não tinha os objetivos do Yoga moderno, de contribuir para a saúde, beleza e bem-estar das pessoas, e sim almejava levar seu praticante à libertação espiritual ou moksha. Embora incluísse práticas física (as posturas ou asanas), utilizava também métodos bem diferentes, como a meditação sobre os sons cósmicos (chamados "nada", em sânscrito).

Hatha Yoga tradicional

Essa metodologia de transformação do praticante, desenvolvida em torno do século XI d.C. pelos sábios Matsyendra e Goraksha, consistia em um conjunto de práticas que exigiam grande esforço por parte do yogin, e que deviam ser realizadas em condições especiais de vida: isolado da sociedade, em uma pequena cabana, utilizando uma dieta especial, sob a orientação de um mestre ou guru. Os textos tradicionais alertam os praticantes especialmente a respeito dos exercícios intensos de pranayama, que poderiam levar o yogin a adoecer ou até mesmo a morrer.

Hatha Yoga kundalini

Os tratados antigos sobre Hatha-Yoga se referem constantemente aos cakras, às nadis, ao processo de despertar a Kundalini e fazer com que ela transforme toda a estrutura sutil do yogin. Esse Hatha-Yoga tradicional é bastante diferente da versão atenuada que conhecemos hoje em dia, que evita até mesmo mencionar a importância da Kundalini nas práticas avançadas de Yoga.

O Hatha-Yoga tradicional indiano procurava conduzir o yogin através de uma série de exercícios que começavam com uma purificação corporal (através de respiração ou pelos seis processos chamados coletivamente shat-karmani). Depois, introduzia alguns poucos asanas, que eram estáticos, ou seja, que deviam ser praticados por um longo tempo, com o yogin imóvel. As práticas de pranayama eram acompanhadas por posturas específicas e também por contrações (bandhas) que atuavam diretamente sobre os diversos tipos de pranas, sobre as nadis e sobre Kundalini. 

Dhauti

As mudras do Hatha-Yoga (que não devem ser confundidas com os gestos realizados com as mãos) eram práticas complexas e poderosas, capazes de transformar o sistema energético da pessoa e conduzi-la a resultados rápidos. Muitas práticas do Hatha-Yoga tradicional eram acompanhadas de técnicas de concentração e de meditação; e o resultado que se procurava atingir era o domínio do samadhi, através de diversas estratégias especiais, como a concentração nos sons cósmicos.

Hatha-Yoga tradicional

O presente livro coloca ao alcance dos leitores de língua portuguesa uma tradução cuidadosa, comentada, da Hatha Yoga Pradipika - um dos mais importantes textos clássicoa do Hatha-Yoga, escrito provavelmente no século XV. Esta é uma das fontes fundamentais para conhecermos a origem do Hatha-Yoga indiano.

Como surgiu esse tipo de Yoga, na Índia? Como ele se desenvolveu, quais os seus aspectos que eram novos, o que já existia antes? Quais os princípios básicos nos quais se fundamentava esse novo tipo de Yoga?

Essas e outras questões fundamentais são abordadas no livro de Roberto de A. Martins. Através de um estudo histórico detalhado, comparando a Hatha Yoga Pradipika com muitos outros textos indianos antigos, o autor esclarece a evolução dos conceitos básicos e de práticas como o próprio pranayama, cuja história é quase totalmente desconhecida. 

Para mais informações sobre esta obra e sobre o modo de adquiri-la, consulte esta página.

Hatha Yoga tradicional

Autor do livro:
Roberto de A. Martins (Śivānanda Yakṣa) é doutor em filosofia. Dedica-se ao estudo do Yoga e da espiritualidade indiana há mais de 40 anos. Interessa-se principalmente por práticas de meditação (dhyāna) e pelo pensamento filosófico e religioso da Índia. Iniciou a orientação de grupos de meditação em São Paulo, na década de 1970. Em Curitiba, além de prosseguir na orientação de grupos de meditação, ministrou cursos de extensão sobre o pensamento indiano na Universidade Federal do Paraná e foi professor de filosofia oriental e coordenador do curso de graduação em Yoga das Faculdades Espírita, em 1980. Nessa época publicou diversos textos e traduções, como a coletânea Hinos Védicos (Curitiba: Faculdade de Ciências Bio-Psíquicas do Paraná, 1981) e o artigo "A crítica de Hegel à filosofia da Índia", na revista Textos SEAF (5): 58-116, 1983. 

Roberto de A. Martins (Shivananda Yaksha)

Mais recentemente, publicou os livros “Significado e bases do Raja-Yoga” (Rio de Janeiro, Editora Corifeu, 2007) e “Mundaka-Upanishad – o conhecimento de Brahman e do Atman” (Rio de Janeiro, Editora Corifeu, 2008). O primeiro desses livros foi reeditado, com novas adições: "O Yoga tradicional de Patañjali" (São Paulo: Shri Yoga Devi, 2012). Publicou o trabalho "As dificuldades de estudo do pensamento dos Vedas" na obra: FERREIRA, Mario; GNERRE, Maria Lucia Abaurre; POSSEBON, Fabricio (orgs.). Antologia védica. Edição bilíngüe: sânscrito e português. João Pessoa: Editora Universitária UFPB, 2011. É autor também do livro "Bhagavad Gita: a canção divina" (São Paulo: Shri Yoga Devi, 2014) e de diversos artigos e capítulos de livros sobre temas da espiritualidade indiana. 

Tem participado de cursos de pós-graduação (especialização) em Yoga, ministrando disciplinas sobre textos tradicionais indianos (Bhagavad Gita, Yoga Sutra, Upanishads, Samkhya Karika, Hatha Yoga Pradipika, Gheranda Samhita, Vijñana Bhairava Tantra, Tripura Rahasya, etc.). Ministra workshops sobre meditação e orienta grupos de meditação, em diversas cidades. Tem colaborado com o Programa de Pós-Graduação em Ciências das Religiões da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde ministrou uma disciplina sobre as Upanishads e outra sobre o pensamento dos Vedas. Juntamente com Flávia Bianchini, ministra um Curso de Formação em Yoga, com duração de 210 horas: http://www.shri-yoga-devi.org/curso2014.html

Hatha Yoga tradicional

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