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EU SOU
Flávia Bianchini
Satyananda Svarupini (Flávia). Sou Instrutora de Kundalini Yoga e Artista Plástica. Coordeno o espaço Shri Yoga Devi onde ministro aulas de Yoga. Veja o site:
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Maha Devi
"Do meu Poder tudo brota,
Por meu Poder tudo se sustenta,
Por meu Poder tudo se dissolve.
Eu sou este Brahman sem dualidades."
Kaivalya Upanisad
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Maio de 2011

MEDITAÇÃO DO MÊS - KUNDALINI YOGA

"MEDITAÇÃO ONG NAMO GURU DEV NAMO”

Em cada mês apresentamos uma sugestão de meditação, asana ou kriya, que pode ser utilizada por todos os praticantes de Yoga, desde que sigam as orientações apresentadas.

A prática de Kundalini Yoga é precedida por dois mantras: Ong Namo Guru Dev Namo (cantar três vezes) e Ad Gurey Nameh, Jugad Gurey Nameh, Sat Gurey Nameh, Siri Guru Dev Nameh (cantar três vezes); veja a música no YouTube:

http://www.youtube.com/watch?v=mKew4Wa6Br0

Realiza-se a prática (meditação, kriya, asana, etc.) e finaliza-se cantando Sat Nam (Sat cantado longo e Nam curto em uma expiração, três vezes).

Meditação ONG NAMO GURU DEV NAMO / Kundalini Yoga / Satyananda Svarupini

Postura: Sukhasana com as mãos em gyan mudra apoiadas nos joelhos.

Mantra: Comece a entoar o mantra Ong Namo Guru Dev Namo. Abra os olhos 1/10 e olhe para a ponta do nariz de maneira suave.  Você pode ouvir esse mantra nos seguintes vídeos:

www.youtube.com/watch?v=-JSpz9dO5zk&feature=fvwrel

http://www.viddler.com/explore/rsalisbu/videos/19/

Adi mantra - Kundalini Yoga - Ong Namo Guru Dev Namo

Este mantra, chamado de "Adi Mantra" em Kundalini Yoga, é uma invocação à sabedoria divina. Pode ser traduzido, aproximadamente, como "Eu reverencio o OM (absoluto), eu reverencio o Guru divino (dentro de mim)".

Respiração: Segue naturalmente com o entoar do mantra. Mantra Ong Namo Guru Dev Namo (sugestão: CD Grace de Snatan Kaur). 

Tempo: Até 11 minutos

COMENTÁRIO: Tecnicamente este mantra conecta quem o entoa à Corrente Dourada, que é uma fagulha interna que é passada de pessoa para pessoa, professor para aluno, Guru para professor, cosmos e Deus para Guru. Além de ser usado na abertura de aulas de Kundalini Yoga para conectar o praticante com sua mais alta consciência, ele serve também para tornar  o praticante receptivo e sensível  às mensagens do seu corpo, mente e intuição.



LIVRO DO MÊS:

MITOS HINDUS E BUDISTAS
Ananda K. Coomaraswamy e Irmã Nivedita
São Paulo, Editora Landy


Mitos hindus e budistas - Ananda Coomaraswamy - Irmã Nivedita

Os mitos hindus narrados neste livro incluem quase todos aqueles habitualmente ilustrados na escultura e na pintura indianas. Nesta obra encontramos história sobre Buda, Shiva, Krishna, o Mahabharata resumido, e muitas outras histórias que são narradas como conhecidas e divulgadas pelos indianos - por isso há versões diferentes que podem ser encontradas em outros livros.

Pode-se dizer que esses mitos incluem grande parte daquilo que muito em breve deverá ser reconhecido como pertencente não apenas à Índia, mas todo a o mundo. A primeira autora do livro, Nivedita, afirma sentir que tudo isso é verdadeiro sobretudo no Ramayana, seguramente a melhor história de magnanimidade, verdade e amor ao próximo jamais escrita. 

O Hinduismo é uma das mais antigas tradições do pensamento esotérico e metafísico de que temos conhecimento. É talvez a única tradição que apresenta uma linha de desenvolvimento ininterrupta de vários milênios e sobrevive compreendida e vivida na atualidade por muitos. Esta obra , proveniente de fontes literárias antigas, apresenta a grande epopéia espiritual do povo hindu, desde suas fontes primitivas até seu pleno desenvolvimento. Nas palavras dos autores: “Neste livro tratamos desses dois estágios da mitologia. Por um lado, oferecemos alguns relances das formas primitivas que a mitologia assumiu depois de passar pela nebulosa indefinição das épocas primitivas. Por outro lado, fizemos um relato mais completo das histórias da época em que a mitologia atingiu a maturidade”.   

Irmã Nivedita

Irmã Nivedita

Nascida com o nome de Margaret Elizabeth Noble (1867-1911), anglo-irlandesa de origem e trabalhadora social, foi também professora, escritora e discípula de Swami Vivekananda.

Conheceu Vivekananda em 1895, em Londres, assistindo várias de suas palestras no período de 1895 a 1896. Decidiu viajar para Calcutá, Índia, em 1898, dando início ao seus votos de brahmacharya em 25 de março de 1898. Swami Vivekananda deu-lhe o nome Nivedita (que significa aquela que é dedicada a Deus), e assim ela se tornou a primeira mulher ocidental a receber uma ordenação monástica indiana.

Na Índia criou uma escola para meninas, lutou para melhorar a vida das mulheres indianas de todas as castas e participou de diversas outras atividades altruístas.

Foi amiga de muitos intelectuais e artistas na Índia, incluindo Rabindranath Tagore, Chandra Bose Jagadish, Bose Abala, Tagore Abanindranath e Sri Aurobindo.

Nivedita com Sarada Devi

Nivedita com Sarada Devi

Irmã Nivedita

Sua identidade, que combinava tanto um ocidental por nascimento como um discípulo de Swami Vivekananda, permitiu-lhe fazer várias coisas que poderiam ter sido difíceis para os outros indianos. Ela promoveu o nacionalismo pan-indianao. Ela também assumiu a causa da Independência da Índia. Mas faleceu em 13 outubro de 1911, aos 43 anos, em Darjeeling.

Escreveu muitos livros, como este que ficou para ser completado por Ananda K. Coomaraswami. Escreveu várias obras sobre a arte indiana, sobre hinduismo, histórias, dharma, educação, sobre questões sociais e políticas da índia e outros temas diversos. Ela trouxe para o estudo da vida e da literatura indianas um sólido conhecimento da ciência educacional e social ocidental e uma insuperável dedicação às pessoas e aos ideais. 

Seus maiores trabalhos são The Web of Indian Life, literalmente uma descrição real da sociedade indiana; e Kali, The Mother, no qual também pela primeira vez, a profunda ternura e o terror do culto da Deusa-Mãe indiana foram apresentados aos leitores ocidentais de uma forma que revela a real significação social e religiosa desse culto. Com seus livros ela inspirou muitos estudiosos do hinduísmo.

Ananda Coomaraswami

Ananda Kentish Coomaraswamy (1877-1947)

Nasceu em 1877 emn Colombo, no antigo Ceilão (Sri Lanka), filho de Mutu Coomaraswamy, jurista de origem indiana e de Elisabeth Clay de origem inglesa. Teve uma formação acadêmica de tipo ocidental, em primeiro lugar no célebre colégio Eton e depois na universidade de Londres, tendo se graduado em geologia e botânica, e depois um doutorado em ciências (1904). Dois anos mais tarde tornou-se diretor de pesquisas mineralógicas no Ceilão. 

Depois tornou-se iniciador de um movimiento para a educação nacional na Índia e se orientou gradualmente para as questões artísticas, que o levaram a cumprir certas responsabilidades como a exposição das Províncias Unidas em Allahabad (1910 a 1911), que foi um marco importante que o levou a ser convidado pelo Museum of Fine Arts de Boston (U.S.A.) durante a guerra de 1914-1918. Em seguida  lhe confiaram a direção do departamento de artes do Islam e do Oriente Médio, instalando-se assim na América. Ele escreveu catálogos para o Museu, e publicou sua História da arte indiana e indonésia, em 1927. Em 1933 passou a ser curador e organizador das obras de arte indiana, persa e muçulmanas.

Serviu como curador no Museu de Belas Artes de Boston até sua morte. Lá ele construiu a primeira grande coleção de arte indiana nos Estados Unidos, levando obras  significativas da arte do Oriente para o Ocidente. Ele também ajudou a criar a coleção de arte Persa para a Feer Gallery of Art, em Washington.

Coomaraswamy é sem  duvida um dos mais importantes expoentes do esoterismo tradicional. Manteve intensa correspondência com René Guénon desde a metade dos anos 1930, levando este a revisar suas posições no que concerne ao budismo, deixando de considerá-lo como um ramo desviado do hinduísmo, e aceitando-o como uma tradição propriamente autêntica. Coomaraswamy consolidou uma obra inteiramente inspirada no esoterismo indiano tradicional.

Ananda Coomaraswami

Foi colaborador da revista Études Traditionnelles assim como em um certo número de revistas anglo-americanas, entre as quais destacam Bulletin of School of Oriental Studies e o Journal of the American Oriental Studies. A bibliografia de A K. Coomaraswamy é vastíssima: conta com mais de um milhar de títulos entre livros e artigos. 

Pouco antes de seu desejado retorno à Índia, morreu em Boston no dia 9 de setembro de 1947. Sua extraordinária erudição nos campos da arte e das doutrinas tradicionais faz dele uma das grandes autoridades mundiais nestes temas.

É considerado um grande filósofo e metafisico. Foi um historiador pioneiro, tendo escrito sobre a filosofia da arte hindu, particularmente sobre história e simbolísmo, um verdadeiro intérprete da cultura indiana para o mundo ocidental, tendo introduzido a arte indiana antiga no Ocidente.

Enquanto estava na Índia, ele fazia parte do círculo literário em torno de Rabindranath Tagore, e contribuiu para a "Swadeshi movimento", numa fase inicial da luta pela independência indiana. Na década de 1920, ele fez descobertas pioneiras na história da arte indiana, particularmente as distinções entre a pintura Rajput e Moghul, escrevendo um livro sobre pintura Rajput. Ao mesmo tempo, ele acumulou uma coleção inigualável de pinturas Moghul e Rajput, que levou consigo para o Museum of Fine Arts de Boston, quando ele se juntou a sua equipe de curadores em 1917.

Rabindranath Tagore com Ananda Coomaraswami

Tagore com Coomaraswami

Seus livros e ensaios sobre arte e cultura, simbolísmo e metafísica, as escrituras, o folclore e mito, e ainda outros temas, oferece uma vasta quantidade de informações ​​para os leitores que aceitam os desafios de sua perspectiva resolutamente inter-cultural e sua insistência em amarrar todos os pontos com fontes de múltiplas tradições.

Enquanto servia como um curador do Museu de Belas Artes de Boston na última parte de sua vida, dedicou seu trabalho à explicação da metafísica tradicional e do simbolismo. Seus escritos desse período estão repletos de referências a Platão, Plotino, Clemente, Philo, Agostinho, Tomás de Aquino, Shankara, Eckhart e outros místicos europeus e asiáticos. Sua obra publicada em inglês é extensa, abrange livros tais como Traditional Art and Symbolism, Metaphysics, History of Indian and Indonesian Art, The Vedas, Essays in Translation and Exegesis. Estes são alguns de seus trabalhos, que hoje podem ser encontrados quase todos traduzidos para o espanhol.

NOVO TEXTO DO SITE:

"HIMNOS A LA DIVINIDAD", de Abhinavagupta

Todo mês estamos adicionando novos textos para leitura na biblioteca virtual do nosso site Shri Yoga Devi

Neste mês, colocamos à disposição dos nossos leitores uma tradução para o espanhol de oito hinos de louvor a Shiva e à consciência suprema, compostos pelo místico e filósofo indiano Abhinavagupta, que viveu aproximadamente entre 950 e 1020 d.C. Leia mais sobre esses importantes textos, neste link.

Abhinavagupta - Himnos a la Divinidad


MEDITAÇÂO DA LUA CHEIA

A Lua Cheia de Abril será no dia 17/05, terça feira 

Calendário lunar - maio de 2011

   Este dia é um tempo de conexão e expansão da Luz interna. Veja a Lua, sinta sua energia, conecte-se com a Luz do Sol que nos ilumina e alimenta. Veja mais sobre a Meditação da Lua Cheia na Agenda do nosso site:

http://www.shri-yoga-devi.org/agenda.html   


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